Depois de oferecer cerca de 900 de atendimento transfronteiriço e interiorizar mais de 56 migrantes e refugiados venezuelanos por meio da Operação Acolhida, o Governo Federal deu mais um passo para garantir a qualidade na recepção aos venezuelanos indígenas. O Ministério das Mulheres, Família e Direitos Humanos (MMFDH) lançou, nesta terça-feira (5), duas cartilhas com diretrizes sobre o trabalho social e a proteção da comunidade voltada para indígenas refugiadas e imigrantes.

O objetivo das publicações é apoiar os gestores de assistência social a estruturarem suas políticas de atendimento de forma efetivada, garantindo a proteção dos direitos dos venezuelanos. Além disso, com as cartilhas, o MMFDH busca auxiliar na prevenção de violações de direitos dentro e fora das comunidades e na formulação de respostas, através do processo de proteção da comunidade.

Saiba mais sobre as duas publicações:

Guia de referência para o trabalho social com a população indígena refugiada e imigrante

Este trabalho reúne bolsas para trabalhos voltados para pessoas em situação de vulnerabilidade, risco social e violação de direitos “. A garantia de acesso à política de previdência para todas as pessoas que precisam é um dever do Estado e um direito da população. Esse acesso não pode ser restringida por discriminação contra mulheres, pessoas LGBT ou por cor ou etnia / raça, idade, religião, região de origem, condição física ou de saúde, entre outras, ” declara o guia.

Acesse aqui

Guia de Proteção Comunitária de Pessoas Indígenas, Refugiados e Migrantes

Nessa cartilha, o MMFDH afirma que a garantia dos direitos humanos passa pela atenção para a especificidades dos grupos que vivem no Brasil e que a prestação de serviços públicos deve considerar crenças, formas de organização e opiniões desses grupos. A cartilha oferece diretrizes sobre possibilidades de prevenção e resposta a violações de direitos dentro e fora das comunidades, através do processo de proteção da comunidade: “Apesar de ter como clivagem a população indígena, refugiada e imigrante, pode ser considerada também para o trabalho com outros perfis”.

Vá para aqui

Com informações do MMFDH

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